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Cinomose, prevenir realmente é melhor do que tratar

cinomoseA cinomose é uma doença viral, altamente contagiosa, que acomete canídeos domésticos e silvestres, sendo os cães domésticos, os principais animais afetados. Não apresenta riscos para os humanos. A importância dessa enfermidade está relacionada ao fato de envolver praticamente todos os sistemas orgânicos dos animais infectados e possuir altas taxas de mortalidade, e ainda pelo fato de que, os animais que conseguem sobreviver a esta infecção, podem apresentar sequelas neurológicas graves e incapacitantes. É uma doença extremamente comum e é responsável por milhares de mortes em todo o Brasil.

O cão representa o principal reservatório para o vírus da cinomose e serve como fonte de infecção para os animais selvagens. Esta enfermidade não apresenta predisposição para sexo ou raça, mas apresenta uma maior predileção por filhotes, principalmente após a queda dos anticorpos maternos, e cães não vacinados.

Os animais infectados eliminam o vírus, por vários meses por meio de saliva, urina, fezes e secreções nasais, conjuntiva e lacrimal, ou seja, em todas as secreções e excreções corporais, no entanto, a principal via de transmissão do vírus é por meio do contato direto entre os animais por aerossóis, alimento, água e materiais contaminados.

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Os sinais clínicos são os mais variados incluem inicialmente apatia e perda de apetite (comuns também em várias outras doenças), mas também vômito, diarreia, fezes geralmente escuras, tosse, respiração ofegante, corrimento nasal e secreção nos olhos. Em seu estágio mais avançado, a cinomose atinge o sistema nervoso do animal. Os sintomas se caracterizam por “tiques nervosos”, espasmos musculares, comportamentos estranhos, como andar em círculos, paralisia de membros, ataques convulsivos, incoordenação motora,(e) coma, entre outros.
Não há tratamento específico contra o vírus da cinomose, assim como qualquer vírus. O tratamento é apenas de suporte e sintomático.

A prevenção através da vacinação é a forma eficiente e segura de enfrentar essa doença. Vacine seu cão a partir dos 45 dias de vida e siga o calendário estipulado pelo veterinário. Não se esqueça de que as vacinas que o filhote recebeu deverão ser reforçadas todos os anos, pois nenhuma vacina disponível para os caninos possui imunidade eterna.

Uma certeza, prevenir realmente sempre foi melhor do que tratar.

Autor: André Paiola


imagens: www.google.com.br

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